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Exposição Cartas para o Menino  Azul 
no Centro Cultural Salgado Filho - Belo Horizonte
De 7 a 30 de maio de 2026

A exposição Cartas para o Menino Azul traz à realidade pictórica um sonho. O sonho de diversidade, coletividade, tolerância e amor.

Ela é também um convite à brincadeira, um chamado a percorrer a aventura de viver com leveza e encanto.

Apresentada pela primeira vez em formato online, em 2020, durante a pandemia da covid-19, a exposição teve a maioria de suas pinturas vendidas naquele momento. Desde então, o tema seguiu em expansão: novas obras surgiram e outras exposições ganharam espaço em galerias, enquanto as “cartas” encontravam novos caminhos — mais íntimos, mais silenciosos — revelando autorretratos lúdicos e paisagens fantasiosas de Belo Horizonte.

Inspirada pela música e pela poesia brasileira e das Américas — sempre presentes nos títulos das pinturas —, pelo Menino Azul de Cecília Meireles e pela divindade hindu Krishna, a exposição se constrói como uma carta à nossa criança interior: livre de preconceitos, segura e feliz — e por isso mesmo, universal.

Que possamos tocar outras músicas, experimentar novos instrumentos, alcançar outros corações. Que sejamos capazes de ver pelas janelas de outros olhos, misturar nossas cores e dançar, juntos, a dança da vida.

Gisele Moura

 

Podia-se ir além do mundo
40 x 40 cm
encomenda vendida

Cada coração é meu templo
40 x 40 cm
à venda

Dentro desse olhar
40 x 40 cm
(encomenda para o aniversário de 70 anos)
vendida / sold

 

Kokopeli and the flute of tune age
40 x 40 cm

Kokopeli é um ser mítico muito antigo, presente nas pinturas rupestres
e nas histórias dos povos nativos da América do Norte.
Kokopeli é um flautista que anuncia a primavera, a esperança,
a alegria e as brincadeiras, abençoa as colheitas e a abundânia.
Para quem sabe que a América do Norte é terra de Krishna,
o Deus flautista que ensina a jogar com leveza o jogo da vida,
é impossível não fazer a associação entre eles e enxergar, mais uma vez,
que apesar de os seres humanos darem nomes diferentes
ao que consideram divino, existe essa conecção arquetípica que nos une.