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Mensagem do nosso povo
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
A venda

 

Moro numa linda bola azul
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
 
 detalhe

Paisagens de Belo Horizonte:
Da procura, um encontro
(Viaduto Santa Tereza - encontro de Carlos Drummond e Fernando Sabino)
40 x 40 cm

Sábios em vão tentarão decifrar
(Cidade administrativa)
40 x 40 cm
Na beira da cidade
(Praça do Papa)
40 x 40 cm
Liberdade, poema in concreto
(Praça do Papa)
40 x 40 cm
Uma identidade em aberto, E assim chegar e partir, É a vida desse meu lugar, A plataforma dessa estação
("Praia da Estação")
40 x 40 cm
Faz o concreto buscar o infinito
(Lagoa da Pampulha, Mineirão e Igrejinha)
40 x 40 cm
Abraça a lagoa e a fé
(Iemanjá na da Pampulha)
40 x 40 cm
O olhar que avisa anda aceso
(Pirulito da Praça Sete)
40 x 40 cm
Quem me navega é o mar
(Iemanjá na da Pampulha)
40 x 40 cm


 

 
El corazón de mi mundo
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
vendida
detalhes



Quem me navega é o mar
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
à venda / available

 

Nossos filhos têm outro idioma, 
outros olhos, outra alma
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
vendida
 detalhes

Sei que nada será como antes
acrílica sobre tela
140 x 80 cm
vendida

detalhes:

Esta pintura foi uma encomenda. Uma encomenda inusitada. Uma surpresa. Um desafio. Um presente. Gostaria de poder explicar o impacto dela sobre minha vida, mas tem experiências que não cabem nas palavras. Quem me encomendou esta obra foi a irmã de uma grande amiga minha das artes. Ela queria uma Santa Ceia, porém com discípulas mulheres em vez de discípulos homens. Quero lembrar aqui que através desta pintura não estou querendo questionar a veracidade da história da vida de Jesus. É apenas uma licença poética a que a arte tem acesso.

Pintar Jesus não é fácil. É preciso profundidade e entrega. Preferi começar a pintura somente depois de voltar de um encontro no Centro Nacional da Sahaja Yoga em 'Olhos D’água', em 'Goiás', Brasil, um sítio onde costumamos nos encontrar todos os anos durante o período de carnaval. Sabia que eu estaria num estado de consciência bem mais profundo após este período de vários dias em meditação coletiva. Este ano éramos perto de 500 yogues de vários países e este foi um dos nossos encontros mais profundos.

Lá, uma yoguine inglesa, uma senhora que conheceu muito bem Shri Mataji, contou como Shri Mataji explicou sobre como foi, na realidade, a Santa Ceia, em uma experiência real de transformação dos elementos como uvas e pães em pura vibração de chaitanya. Parecia que ela estava falando pra mim. Seu relato tocou nosso coração como se estivéssemos compartilhando deste momento com Cristo, a mais de 2000 anos atrás. Uma experiência viva.

Cada vez mais, tenho a clareza de que a arte não é somente simbólica. Ela é tão conectada à nossa essência que seria impossível não haver uma sintonia entre a arte e o divino em nós. E como tal, ela atua. A arte atua no nível sutil, dentro e fora de nós. O artista precisa ter coragem e humildade. Coragem de assumir seu compromisso com o poder criador, para o qual somos apenas um canal. Assim escreveu certa vez o poeta Fernando Pessoa: “Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no mar, e mãos para trabalhar em teu nome.” Esse é um pedido que faço a Deus constantemente.

Minhas mãos trabalham em nome de Deus em todas as formas em que Ele/Ela se apresenta à humanidade, dentro das minhas possibilidades, conhecimentos e vivências. Esse é meu compromisso nesta vida. Não pensei em porque pintar mulheres com Jesus, apenas me entreguei à tarefa, colocando aos pés de Jesus e Maria o meu trabalho.

Claro que quis representar, na mesma pintura, mulheres de diversas origens raciais, como na maioria dos meus trabalhos, que buscam sempre o ideal de união e harmonia na diversidade. Representei nesta pintura diferentes fases importantes da mensagem de Jesus naTerra: A Santa Ceia, o Pentecostes, o Sagrado Coração, a ressurreição, o mistério da Porta Estreita para o Reino, da qual Jesus falou.

Ficou clara a importância, neste momento, de pintar esta tela. Momento em que vemos à nossa volta uma guerra acontecendo entre o feminino e o masculino, entre homens e mulheres, entre poderes opostos, mas não antagônicos. Complementares sim. É isso que precisamos entender e harmonizar.

Todos nós, no mundo inteiro, homens ou mulheres, podemos, se quisermos, sermos discípulos do divino e nos aproximarmos dele em suas diferentes manifestações, afinal, estamos todos, como seres humanos, no caminho da evolução. No caminho de encontrarmos o divino em nós. No outro. Na outra religião. Na outra cultura. Esta é uma escolha individual, mas está disponível a todos. Jesus é uma das formas mais importantes do divino em toda a sua fortaleza, principalmente quando se trara do perdão.

Percebi que durante o processo dessa pintura, várias questões relativas ao perdão começaram a ser trabalhadas dentro de mim e à minha volta. Vieram questões antigas, difíceis, relacionadas ao machismo e ao sofrimento milenar que ele causou às mulheres. A mim. À minha mãe, avós, irmãs, amigas e ao próprio princípio divino feminino. Foi doído. Foi difícil. Foi esclarecedor.

Percebi que devemos sim, colocar limites, mais que nunca. Nos impor. Porém, com o perdão. Nós mulheres precisamos perdoar os homens, mas não o machismo. Nosso poder é o amor. Os homens também estão perdidos e precisam entender com clareza, nossos limites. E respeitá-los. É uma tarefa difícil pra nós, que somos sutis, que entendemos as entrelinhas, que intuímos as verdades ocultas, fazê-los compreender, em sua mente prática e mais literal do que a nossa, que não aceitar o que nos machuca ou nos diminui, não é deixar de amar. Não é deixar de admirar. Colocar limites não é querer disputar o lugar deles no mundo. O momento é de aprender a compartilhar
este espaço no mundo, caminhando lado a lado.

Só assim construiremos um novo paradigma onde cabemos todos, com igual importância, admiração e respeito mútuo. Fica aqui o meu desejo nessa Páscoa. Sei que é um desejo pretencioso, porém acredito nele.

SEI QUE NADA SERÁ COMO ANTES

ps.: Essa frase da música de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos ficou dançando na minha mente durante o processo desta pintura. Um título perfeito!

Gisele Moura



 

Leva longe os meus sonhos
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
vendida/sold
detalhes
 

The Earth is singing through me
acrílica sobre tela
70 x 30 cm
vendida/sold

detalhes:

 

Pro dia novo encontrar
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
vendida / sold
Esta pintura foi premiada em 2022 no concurso Verdemar 30 anos
publicações do instagram Verdemar



 


China Brasil
40 x 36 cm
vendida / sold

Detalhe:

"Este ano a embaixada da China no Brasil criou um concurso de desenhos para comemorar os 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países.

Resolvi participar do concurso e me alegrei ao descobrir maneiras de aproximar, através das imagens, estes dois países. Intercambiar culturas e desejar a paz entre diferentes povos tem sido a semente do meu trabalho desde sempre. Alguns temas foram sugeridos pela própria embaixada do Brasil na China, embora a liberdade criativa pudesse estar presente.

Comecei representando uma grande ampulheta que traz a necessidade da tecnologia superar o tempo, focando nos cuidados com o meio ambiente e criando novas formas de cuidar do planeta.

Na base do desenho procurei equiparar a importância dos animais, plantas e seres humanos, unindo o panda e a onça, o bambu e as árvores tropicais, enquanto jovens e crianças de ambos países trocam suas experiências musicais e gastronômicas.

À esquerda, subindo a muralha da China, homens, mulheres e crianças chegam ao Cristo Redentor, unindo arquitetura, natureza, arte e fé, enquanto à direita, as criações humanas conectam céu e terra através de ícones universais e do lançamento do primeiro satélite desenvolvido em cooperação entre Brasil e China, mostrando a importância das parcerias.

Unindo passado, presente e futuro, adultos e crianças soltam pipas, inventadas na China e tão presentes nas brincadeiras brasileiras. Ali estão nossas bandeiras, representando a união de oriente e ocidente, o dragão chinês, símbolo de prosperidade e transformação, e a pomba do Espírito Santo, representando a paz que une os povos como filhos de uma mesma Mãe.

Que nossas relações diplomáticas possam construir seus alicerces sobre princípios éticos e dhármicos. Esse é o meu desejo."
Gisele Moura










 Calma pra sonhar
acrílica sobre tela
40 x 40 cm
vendida 
 detalhes

Pintura Mural
Projeto Águas Gerais - Amor em Blocos
Lei Aldir Blanc
Pena de Pavão de Krishna
Até alcançarmos o azul
12 x 1,80 m
Rua Magi Salomon, 215, Salgado Filho, BH

Trabalho completo no link: álbum do facebook
Com Surya Moura e Sara Cabral, minhas ajudantes neste projeto: